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O GRUPO SURREALISTA DE MADRID E AS SUAS ACTIVIDADES MULTIFORMES

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Por Eugenio Castro e Jose Manuel Rojo, com apresentação de António Cândido Franco

O Grupo Surrealista de Madrid pretende manter viva uma linha de pensamento, acção, øexperimentação e luta iniciada em Paris no início do século XX. Inspirando-se nessa linha, intervém na realidade actual com o propósito de minar os pilares que sustêm esta realidade: os do capitalismo industrial, estendidos a toda a actividade e inactividade humana – que resistem a caucioná-lo e a contribuir para o seu desenvolvimento.

E U G E N I O C A S T R O é membro do movimento surrealista desde 1979. Foi co-fundador do Grupo Surrealista de Madrid, em 1986, quando teve início a revista Salamandra, e também da editorial deste grupo, Ediciones de la Torre Magnética, em 1995, bem como de ¿Que hay de nuevo?, jornal surrealista de contra-informação (Madrid, 1993-1998) e de El Rapto – Observatorio del sonambulismo contemporáneo (Madrid, 2007-2012). É membro do Ateneo Cooperativo Autogestionado NOSALTRES , de Madrid. Traduziu, nomeadamente, Benjamin Péret, Joyce Mansour, Guillaume Apollinaire, Ernesto Sampaio, António José Forte. É autor de livros de poesia escrita, de ensaio e de collages. Tem participado na coordenação de livros colectivos e colabora nas publicações de alguns dos grupos surrealistas de diversas partes do mundo: S.U.R.R. (Paris), Analogon (Praga), Stora Saltet (Estocolmo), Farfoulas (Atenas), Brumes Blondes (Amesterdão), Boletim Surrealista Internacional (Estocolmo e Paris) ou no projecto do Grupo Surrealista de Leeds, Surrealists Go to the Cinema.

J O S É M A N U E L R O J O – Crítico crónico, psicogeógrafo negro, materialista poético. É membro do Grupo Surrealista de Madrid desde 1987, colaborando em todos os seus projectos e publicações. Apaixonado pela utopia, pela poesia por outros meios e pelo maravilhoso, os seus textos e ensaios abordam a crítica da economia, da sociedade industrial e do espectáculo, prestando especial atenção à devastação que exercem sobre o inconsciente e o imaginário, bem como à capacidade de resistência e reinvenção destes últimos. Tem colaborado com editoras e revistas afins, tais como Traficantes de sueños, Pepitas de Calabaza, La Felguera, Enclave de Libros, Amano, Engranajes, Artefacto ou Caravansai. Quanto à sua sobrevivência civil, é professor de História no ensino secundário, prostituição tão vergonhosa e ridícula como qualquer outra, que desempenha sem qualquer ilusão e com os remorsos estritamente necessários. Quanto ao resto, dedicou a sua existência à liquidação social e ao triunfo da vida verdadeira, mas ignora se chegará a presenciar a Grande Tarde e se, nesse caso, estaria à altura das circunstâncias.

21h30 SÁBADO 16 de Fevereiro

E N C O N T R O S D O S B A R D I N H O S
C u l t u r a s e D i s s í d i o s

Nono encontro: 16 e 17 de Fevereiro de 2019
Organização de Joëlle Ghazarian
Local: Quinta dos Bardinhos, entre Portalegre e Castelo de Vide
Contactos: 245 203 555 ou 967 971 609